Meditação ao alcance de todos

Por Lívia Borges



Lívia Borges no deserto da Jordânia

Hoje, mais do que nunca, a meditação tem sido comentada, sugerida, praticada. A ciência abraçou o que os sábios da antiguidade já haviam atestado. O que antes era uma prática restrita aos ambientes reclusos e religiosos, tornou-se conduta recomendada em hospitais, empresas, escolas, em razão das confirmações científicas de seus resultados benéficos em âmbito individual e organizacional. As mais diversas instituições abriram suas portas para a prática coletiva in company. A meditação saiu dos livros para os aplicativos, possibilitando aos praticantes, inspiração e relaxamento com uma espécie de personal high-tech. Agora, com a pandemia causada pelo novo coronavírus, a meditação online ganha espaço, e saiba, dá resultado!


A meditação foi integrada ao Sistema Único de Saúde (SUS) em 2017, como parte da Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC), publicada em 2006, que instituiu no SUS abordagens de cuidado integral à população por meio de outras práticas que envolvem recursos terapêuticos diversos. A meditação tem sido utilizada na prevenção ao adoecer e também como auxílio no tratamento de doenças em curso.


Com a pandemia, o nível de sofrimento se agravou. A população sofre com a mudança drástica na rotina diária, e repercussões sobre a saúde física, mental, relacionamentos, profissão, e com as preocupações sobre a saúde, perdas afetivas e econômicas. A pressão emocional decorrente do tempo de confinamento e das incertezas pode causar ou agravar tendências depressivas e transtornos de ansiedade, compulsões, ideações suicidas e doenças psicossomáticas, refletindo-se sobre o indivíduo e seus grupos sociais. O apoio de diferentes instituições da sociedade torna-se vital para atuar preventivamente em seus diferentes níveis (primário, secundário e terciário), utilizando-se das ferramentas disponíveis, adaptadas às limitações impostas pelo isolamento social.


A meditação tem se mostrado eficiente em tais situações, contribuindo para reduzir o estresse com o reestabelecimento do equilíbrio emocional interno e a resiliência. Proporcionar aos participantes um espaço de educação emocional a partir da prática meditativa, fundamentada cientificamente, com exercícios de relaxamento, respiração e concentração, bem como as possibilidades do estado de atenção plena, sensibilizando-os para a necessidade de autopercepção, mudança de foco e de padrões mentais automáticos, atuando como preventivo e suporte em situações emergenciais, possibilitando uma adaptação mais saudável, criativa e gratificante, diante das novas demandas.


Vamos começar?

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Por Lívia Borges, psicóloga mestre em Ciência Política, com especialização em psicossomática, facilitadora de meditação, membro do CONER-DF (Conselho do Ensino Religioso do DF), co-fundadora do Instituto Fidúcia e do Centro Ramakrishna Vedanta de Brasília.


#paratodosverem#pracegover

DESCRIÇÃO DA IMAGEM: A imagem apresenta um lugar no deserto da Jordânia, com espaços abertos e pequenos montes de terra e ao fundo, no canto esquerdo uma montanha. No centro da imagem está a psicóloga Lívia Borges sentada em um monte de terra à sombra de uma das poucas árvores. O dia está ensolarado, com pequenas nuvens brancas no céu azul. Lívia está com as mãos juntas, na altura do coração em pranam mudrá. No canto inferior direito da imagem, em menor proporção, está a logomarca da Pró-Consciência, que é o desenho de um neurônio azul entre os escritos em branco pró e consciência e o ® de marca registrada.


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